Novas pesquisas Datafolha e Quaest definem passos de Marçal e Nunes

As duas novas pesquisas eleitorais Quaest e Datafolha, que serão divulgadas nesta quarta (18/9) e quinta-feira (19/9), definirão os próximos passos de Pablo Marçal (PRTB) e Ricardo Nunes (MDB) na corrida pela Prefeitura de São Paulo. A campanha do emedebista espera confirmar o viés de alta do atual prefeito, atribuído a uma postura “moderada” ante […]

Por Editoria Democracias

As duas novas pesquisas eleitorais Quaest e Datafolha, que serão divulgadas nesta quarta (18/9) e quinta-feira (19/9), definirão os próximos passos de Pablo Marçal (PRTB) e Ricardo Nunes (MDB) na corrida pela Prefeitura de São Paulo. A campanha do emedebista espera confirmar o viés de alta do atual prefeito, atribuído a uma postura “moderada” ante a performance do ex-coach.

Já Pablo Marçal testa os efeitos da cadeirada que levou de Datena. E se o discurso do “eu contra todos” ainda o coloca como um dos favoritos a ir para o segundo turno ou se a retórica começa a cansar o eleitor, exigindo novas abordagens de comunicação.

A expectativa das campanhas é, ainda, comparar as duas novas pesquisas com o último resultado do Instituto Veritá, que apontou Marçal na liderança, e como próprio Datafolha da semana passada, no qual Nunes apareceu à frente.

A Quaest foi contratada pela TV Globo e começou a ouvir os eleitores no último domingo, dia da cadeirada, e terminará sua coleta de intenção de voto nesta terça-feira (17/9). O resultado das 1.200 entrevistas será divulgado nesta quarta-feira (18/9). A última edição do levantamento foi divulgada em 11/9, mostrando Nunes na liderança, seguido por Marçal e Guilherme Boulos (PSOL).

Já a pesquisa Datafolha, da Folha de S. Paulo, ouvirá 1.204 eleitores de São Paulo a partir a partir desta terça-feira, até a quarta. O resultado do levantamento será divulgado na quinta-feira (19/9). Na última edição, divulgada no dia 12/9, Nunes e Boulos abriram vantagem e se isolaram de Marçal, que ficou em terceiro lugar.

Nos bastidores da campanha, não há consenso sobre o efeito da cadeirada, principalmente após o bate boca entre Nunes, Marçal e Datena no debate do UOL/Rede TV! desta terça-feira. O episódio chamou atenção porque mostrou que não há chance de conciliação para uma condução tranquila dos encontros entre os candidatos.

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