PIB do Brasil cresce pelo quarto ano seguido e supera previsões com alta de 3,4% em 2024

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 0,2% no quarto trimestre de 2024 em relação ao trimestre anterior e fechou o ano com crescimento de 3,4% na comparação com 2023, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (7/3). O desempenho superou as projeções iniciais do mercado, que estimavam um […]

Por Editoria Democracias

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 0,2% no quarto trimestre de 2024 em relação ao trimestre anterior e fechou o ano com crescimento de 3,4% na comparação com 2023, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (7/3). O desempenho superou as projeções iniciais do mercado, que estimavam um avanço de 1,59%, segundo o boletim Focus de janeiro de 2024.

O Ministério do Planejamento e Orçamento classificou o resultado como positivo, destacando que este foi o quarto ano consecutivo de expansão econômica após o impacto da pandemia de Covid-19. Em publicação na rede social X, a ministra Simone Tebet celebrou o desempenho. “O PIB do Brasil surpreendeu em 2024! Crescimento de 3,4%. Muito acima da projeção do início do ano”, escreveu.

De acordo com a Secretaria Executiva da pasta, o crescimento foi impulsionado pelo desempenho da indústria e dos serviços. Na ótica da demanda, todos os principais componentes registraram avanço: o consumo das famílias aumentou 4,8% no acumulado do ano, o consumo do governo teve alta de 1,9%, e os investimentos mantiveram taxas positivas pelo segundo ano consecutivo.

A nota também enfatizou que, entre 2022 e 2024, o PIB cresceu em todos os trimestres, totalizando 16 períodos consecutivos de avanço na comparação interanual. O PIB per capita teve variação real de 3,0%, alcançando R$ 55.247,45 no acumulado do ano, o que equivale a uma renda mensal de aproximadamente R$ 4,6 mil por pessoa.

Outro ponto de destaque foi a melhora no mercado de trabalho, o aumento do crédito e os programas governamentais de transferência de renda, que impulsionaram o consumo das famílias. “Agora é seguir avançando, combatendo a inflação para baratear o preço dos alimentos”, concluiu Tebet.

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