Banco Central lança Pix Automático em 4 de junho; nova função entra em vigor no dia 16

O Banco Central do Brasil promoverá, na próxima quarta-feira (4/6), às 9h30, em São Paulo (SP), o lançamento oficial do Pix Automático, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos da instituição. A implementação prática da novidade ocorrerá a partir do dia 16 de junho. Desenvolvido desde o ano anterior, o recurso permitirá a realização de […]

Por Editoria Democracias

O Banco Central do Brasil promoverá, na próxima quarta-feira (4/6), às 9h30, em São Paulo (SP), o lançamento oficial do Pix Automático, nova funcionalidade do sistema de pagamentos instantâneos da instituição. A implementação prática da novidade ocorrerá a partir do dia 16 de junho.

Desenvolvido desde o ano anterior, o recurso permitirá a realização de transferências imediatas de maneira recorrente, funcionando de forma semelhante ao já conhecido débito automático. A proposta é facilitar operações regulares de pagamento sem necessidade de autorização manual a cada movimentação.

O evento de apresentação contará com a presença de autoridades do setor financeiro, incluindo o presidente do BC, Gabriel Galípolo; o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, Renato Gomes; o diretor de Regulação, Gilneu Vivan; e o presidente da Zetta, Eduardo Lopes.

Como funcionará o Pix Automático

Na modalidade automática do Pix, a empresa é a responsável por fornecer os dados necessários à cobrança recorrente. O cliente, por sua vez, deve conceder autorização para que os débitos periódicos sejam realizados de forma automatizada, dispensando autenticação individual em cada operação.

Essa autorização poderá ser concedida tanto pelo aplicativo da instituição financeira quanto por plataformas acessadas via computador.

Benefícios e aplicação

Conforme informações do Banco Central, a funcionalidade deve ampliar a eficiência dos processos de pagamento, diminuir os custos operacionais das empresas e contribuir para a redução da inadimplência.

A solução será aplicável a um vasto leque de setores da economia. Entre os principais beneficiados estão prestadoras de serviços públicos, instituições de ensino, academias, administradoras de condomínios, clubes recreativos, operadoras de planos de saúde, plataformas de streaming, veículos de comunicação digital, serviços por assinatura e organizações financeiras.

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