Piauí bate um milhão de carteiras digitais e tem o maior índice de emissões do Brasil

O governador Rafael Fonteles tirou, nesta segunda-feira (10), a Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). A emissão da CIN do governador é a de número 1 milhão, marcando o Piauí com o maior índice de carteira digital do Brasil, permitindo uma transformação digital com biometria e reconhecimento facial da população. O Piauí, hoje, alcança 30% […]

Por Editoria Democracias

O governador Rafael Fonteles tirou, nesta segunda-feira (10), a Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). A emissão da CIN do governador é a de número 1 milhão, marcando o Piauí com o maior índice de carteira digital do Brasil, permitindo uma transformação digital com biometria e reconhecimento facial da população.

O Piauí, hoje, alcança 30% da população documentada com a CIN. Atualmente, são 137 postos de atendimento espalhados por 118 municípios e a meta é que até 2026, os 224 municípios tenham ao menos um unidade de atendimento digital para garantir o acesso a direitos por meio da CNI. Somente na capital, Teresina, são 16 postos de atendimento espalhados em todas as zonas da cidade.

O governador Rafael Fonteles ressalta que esta é uma política pública prioritária do Governo do Estado do Piauí. “Antes, tínhamos que ‘melar’ a mão para fazer a carteira de identidade. Hoje esse processo é todo digital. Esse serviço tão importante de cidadania digital, a partir da carteira de identidade nacional, está dentro do processo de transformação digital”, analisa.

Chico Lucas, secretário de Estado da Segurança Pública, ressalta que até pessoas de estados vizinhos estão vindo garantir a cidadania digital no Piauí. “Em razão do nosso processo de capilarização, muitas pessoas de estados vizinhos, como o Maranhão, Ceará e Pernambuco, são atendidas nos diversos postos à disposição do povo piauiense”, acrescenta.

O diretor do Instituto de Identificação Digital Félix Pacheco, órgão responsável pela emissão do documento, Marcelo Mascarenhas, destacou que o Piauí desponta nacionalmente neste processo marcado pela tecnologia. “Somos o estado que, proporcionalmente, tem a maior parte da sua população já com o novo documento, que é importante porque é mais seguro, ou seja, é mais difícil ser falsificado”, aponta.

Visitas domiciliares e busca-ativa

Mascarenhas acrescenta que existem as ações institucionais, por meio de parcerias, para a emissão do documento no local de trabalho ou mesmo em visitas domiciliares. “No caso de pessoas adoentadas, idosos com dificuldade de locomoção, pessoas que estão recolhidas em casas de acolhimento, deslocamos a equipe, fazemos essas visitas de modo a garantir que todos tenham acesso a esse documento, que é um direito”, acrescenta.

O Instituto de Identificação conta com sete centrais de emissão e impressão da identidade, estrategicamente localizadas para agilizar o processo de emissão e entrega do documento. As unidades estão em Teresina, Parnaíba, Bom Jesus, Picos, Floriano, São Raimundo Nonato e Oeiras.

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