Piauí é o Estado do Brasil que mais gerou empregos formais em 2023

Rafael destaca que Piauí foi o estado que mais gerou empregos formais em 2023

Por Editoria Democracias

Rafael destaca que Piauí foi o estado que mais gerou empregos formais em 2023

O estado do Piauí celebra um feito notável na área econômica, alcançando a maior variação relativa na geração de empregos em todo o Brasil nos primeiros oito meses de 2023. De acordo com os dados divulgados pela Fundação Cepro nesta segunda-feira (2), o estado registrou um índice de 6,14% no acumulado do ano, consolidando-se como líder do ranking nacional de empregos formais.
 

Essa notícia foi recebida com grande satisfação pelo governador do Piauí, Rafael Fonteles, que destacou a importância desse marco para o estado. Em postagem nas redes sociais, Fonteles ressaltou o comprometimento de sua administração em promover o desenvolvimento econômico e a geração de empregos para os piauienses.

"Esse resultado é fruto da combinação entre investimentos públicos e investimentos privados (em diversos segmentos econômicos e em todas as regiões do Estado), potencializado pela melhoria do ambiente de negócios e pelo aumento da confiança dos empreendedores no plano de desenvolvimento do Estado do Piauí. Pra cima!!!!", disse.

Os números, que se baseiam no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revelam que o Piauí teve 100.533 admissões e 81.262 demissões nos primeiros oito meses de 2023, resultando em um saldo positivo de 19.271 novos postos de trabalho. Esse desempenho coloca o Piauí à frente de outros estados, como o Mato Grosso, que registrou uma variação de 6,12%, e Roraima, com 6,01%.

No mês de agosto, especificamente, o Piauí também apresentou resultados sólidos, com um saldo positivo de 2.764 postos de trabalho gerados, representando uma variação de 0,84% em relação ao mês anterior.

Entre os setores que mais contribuíram para esse sucesso na geração de empregos no Piauí, destacam-se a construção de estações e redes de distribuição de energia, com a abertura de 364 vagas de trabalho. Em seguida, vêm a construção de rodovias e ferrovias, com 176 novos empregos, e os serviços de restaurantes e alimentação, com 162 postos de trabalho criados.

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