A ‘troca’ em ministério de Lula que acende sinal de preocupação

Movimentos sociais historicamente vinculados ao Partido dos Trabalhadores (PT) manifestaram crescente inquietação diante das conjecturas envolvendo uma eventual substituição na Secretaria-Geral da Presidência da República — apontada por analistas como a peça final da minirreforma ministerial planejada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A pasta, atualmente comandada por Márcio Macedo, figura de confiança pessoal […]

Por Editoria Democracias

Movimentos sociais historicamente vinculados ao Partido dos Trabalhadores (PT) manifestaram crescente inquietação diante das conjecturas envolvendo uma eventual substituição na Secretaria-Geral da Presidência da República — apontada por analistas como a peça final da minirreforma ministerial planejada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A pasta, atualmente comandada por Márcio Macedo, figura de confiança pessoal de Lula, desempenha papel estratégico no diálogo com entidades civis e organizações populares com laços antigos com o PT, especialmente entre segmentos jovens, considerados eleitorado chave nas disputas eleitorais.

Esse espaço de interlocução direta com as bases tem despertado cobiça significativa. O nome do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) surge de forma recorrente nos bastidores como um possível indicado para assumir o posto — cenário que, segundo apuração da coluna, desperta forte resistência entre lideranças de movimentos sociais que orbitam o campo petista.

De acordo com fontes ouvidas, a atuação de Boulos à frente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) é vista com desconfiança por parte de outras frentes sociais, que já fizeram chegar ao Palácio do Planalto sinais de insatisfação. A nomeação do parlamentar, ainda que hipotética, é apontada como potencial catalisadora de fissuras no campo social aliado.

Apesar do ruído, Márcio Macedo mantém respaldo sólido dentro do governo. Ele foi o único integrante do primeiro escalão ministerial a acompanhar Lula no velório do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, além de ter exercido funções-chave em momentos delicados do partido, como a tesouraria do PT e a coordenação da campanha presidencial de 2022.

Embora o presidente tenha prerrogativa para alterar qualquer um dos 38 titulares de ministérios, a permanência de Macedo segue sendo, até o momento, a configuração mais provável na condução da Secretaria-Geral da Presidência.

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